segunda-feira, 25 de março de 2013

So long and goodnight, friends

Lembro-me bem o quanto ficava empolgada quando meu irmão chegava com um jogo novo, ainda mais quando envolvia destruição. E então enquanto quebrava vários carros em volta com o Burnnout Takedown,  ouvia pela primeira vez várias bandas que marcariam minha infância/pré-adolescência, mas apenas uma fez a grande diferença, apenas uma abriu meus olhos e acalmou meu coração nas horas difíceis, como por exemplo, um sonho ruim, mas também músicas me enchiam de energia e criatividade para escrever, em especial comecei com fanfics e hoje tento terminar meu livro. 
A cada ano, minha paixão por aquela banda ficava com mais fervor e eu era cada vez mais dependente, como um vício, afinal eu tinha 12 anos, e me apeguei naquelas palavras que mal conseguia pronunciar para seguir e ser forte em minha imaginação. Era um mundo que eu não queria sair, um mundo em que voz de Gerard Way soava em meus ouvidos e me transportava para outro mundo onde eu tinha voz e tinha poder de colocar o que pensava em palavras. 
Era só colocar os fones de ouvidos que toda aquela energia vinha de dentro do corpo e se derramava para fora como uma explosão de sentimentos a cada frase cantarolada, sentia-me própria da banda, sentia-me sendo a banda.
E então veio a esperada chance de vê-los ao vivo, e todo aquele dinheiro que guardei, iria me trazer a verdadeira felicidade, que essa felicidade durou até ouvir um NÃO. Mesmo eu, usando como proposta de presente de 15 anos, a resposta continuou a mesma.
Não chorei, não gritei, não fiz nada, apenas calei-me e tentei acreditar em futura volta.
Os anos foram passando e eu conclui que minha história com o My Chemical Romance é um pouco triste. My Chemical e eu, foi como uma história de amigos de rua, que se divertiram muito, porém chegaram na fase onde as crianças de ontem crescem, fazem-se adultas, e assim seguem rumos diferentes.

Vi meus amigos postando, mas só acreditei nesta tarde, na minha hora de almoço, quando vi o anúncio e quando li a carta de Gerard Way sobre o fim. 
Novamente, não chorei, não gritei, não me entristeci.
Afinal não estamos mais em época de Demolition Lovers, nem de Helena, nem de Welcome to the black parade, esses tempos passaram e o mundo mudou, o foco que era rock de jovens de cabelos escuros e nerds, agora é outro.
Mas por mais que o tempo passe, a sensação ao ouvir as músicas continua e continuará mesma, com aquela energia que só eles sabem transmitir.

(Roubei essa foto do face :P)

E eu só tenho que agradecer.



Obrigada. 
Com amor,
Ray


sexta-feira, 21 de maio de 2010

Abrindo os olhos...


todo aquele sentimento de medo, felicidade, tristeza se acaba e você se alivia daquele filme de entretenimento para sua mente, ou seja, O Sonho. Quem nunca acordou de um susto como quando caímos e nosso corpo a se estremecer, ou quando choramos nos sonhos, e as lágrimas realmente fogem do controle.


Já ouvi falar que quando sonhamos estamos entrando em outra dimensão, porém em pontos científico é apenas um entretenimento para a mente. E outros acreditam que quando sonhamos nossas almas ficam vagando por aí... buuuuuu. Bem, eu realmente sou uma pessoa que não "sonha", ou pelo menos eles passam tão rápidos ou eu estou preocupada por acordar no dia seguinte que eu não lembro se sonhei ou não, mas como hoje eu sonhei e foi um sonho que realmente parecia filme, acabei achando um assunto para o post.
Bem, o meu sonho foi o seguinte, por eu estar fazendo um trabalho sobre regime militar, eu acabei sonhando que estava nos anos 60 para os 70. Só sei que eu estava descendo da escada que meus amigos haviam colocado na minha janela e desci (meus amigos só tinha dois conhecidos, comente eu te responderei quem são hohohohoho). Nós corríamos, eu de salto e um vestido verde à moda dos anos 60. Nos encontramos com outras pessoas e começávamos os protestos não demorou muito para que os soldados chegassem, eles jogaram bombas, os estrondos eram de ensurdecedores, o grupo se dispersava pelas nuvens, um dos meus amigos me puxou pelo braço e nós começamos a correr novamente, senti um puxão no cabelo, nossa como doeu! Um soldado tinha me puxado pelos cabelos, mas esse amigo deu um soco nele e conseguimos fugir ( uhullll \o/ -q) e minha mãe abriu a porta do meu quarto e me chamou.
Meu coração estava tão acelerado que pensei que ele realmente iria explodir.
Meus sonhos são assim parecem filmes, mas tenho poucos pesadelos, do tipo: Jason correndo atrás de mim, o monstro vem me pegar, apenas um que eu sonhava que minha família era sequestrada e eu tinha que salvar, isso foi com sete anos, bem no sonho eu só chorei e segui as pistas, mas daí minha mãe me chamou por que estava tarde.
Bem todos temos sonhos malucos, às vezes parecem fazer sentido, choramos, sorrimos, e quando acordamos ficamos com raiva (se for algo que muito desejava), ou aliviados (se for estiver sendo perseguido pelo Freddy).
Bem, desejo à vocês todas noites que forem dormir que tenham doces sonhos e que entretam bastante com eles para contar depois para seus amigos.

Com amor,
Ray







terça-feira, 11 de maio de 2010

Ms. Writer



A casa toda está gélida, porém há um solzinho tímido por entre as nuvens. E eu estava tentando escrever algo para o meu futuro livro, quando me vieram à cabeça várias perguntas como: -O que não colocar na história? Como não fugir da história? Como saber "encher linguiça" do leitor sem que ele se canse?
Escrever é realmente é uma coisa difícil, eu particularmente, não sei enrolar muito um assunto quando se é para "encher linguiça", tenho medo de cansar o leitor e deixá-lo com vontade de fechar o livro para beber água ou comer algo.
Eu comecei minha vida como escritora aos oito anos de idade, com história infantis, de uma folha; porém aos nove comecei a escrever fanfics sem saber que isso existia, e aos onze postei uma que eu havia feito quando tinha nove anos. Fiz algumas a mais, porém olho e tenho vontade de me esconder debaixo da escrivaninha do computador, pois são muito imaturas e até mesmo bobas. Nunca fui de fazer fanfics gays ou incesto para mim era apenas um tema que as meninas faziam para poder chamar mais atenção em suas fanfics que muita vezes tinha uma história muito fraca e igual uma a outra (nenhum preconceito ok? =D). Duas de minhas fanfics penso em transformar em um livro e claro mudar o nome dos personagens. Porém tenho muitas outras história para colocar no papel ainda, espero que vire série ou mangá (gosto de cultura japonesa), se virar filme comerá muito os pedaços como Twilight e os vampiros que brilham da Stephanie Meyer.

Colocar suas idéias, fazer sua mente derramar criatividade para todos os lados, é umas melhores sensações que já tive e no final ao ver as pessoas elogiando e até criticando dá uma sensação de sucesso hohohoho.


Com amor,
Ray


domingo, 9 de maio de 2010

Chuva, frio e nostalgia


O céu está encoberto, a chuva fininha caí sobre o telhado e o frio fica ao redor do seu corpo. Você procura uma música para ouvir e escolhe aquela daquela banda que você ouvia sempre há três anos atrás e as lembranças que nela carregam passam como filme em sua mente, e você solta um sorrisinho e escolhe outra música da mesma banda, isso se chama nostalgia. Muitas das vezes a fusão do frio, chuva e nostalgia acabam trazendo junto um aperto no coração gostoso e ás vezes até algumas lágrimas fogem do seu controle. O porquê que Chuva e frio trazem nostalgia eu também não sei, mas sempre que eles chegam ocorre essa sensação que costumo sentir e me torturar para sentir.
Uma vez eu coloquei um casaco, uma calça jeans e saí de casa a chuva estava fraca e friozinho rasgava a minha pele e meus olhos lagrimejavam, não havia ninguém nas ruas, apenas eu e o as gotinhas caindo sobre mim.
Outra vez foi quando estava eu e meu namorado debaixo de um pequeno guarda-chuva , a chuva caía sobre nossos rostos, sobre nossos cabelos, o guarda-chuva não estava servindo de nada, mas estava parecendo filme, um casal se beijando debaixo de um guarda-chuva que mais estava de enfeite do que realmente os cobrindo.



Eu amo chuva, amo frio, amo outono e principalmente o inverno. Nada como ficar na sessão nostalgia ou na sessão coberto, filme e pipoca.

Com amor,
Ray

sábado, 8 de maio de 2010

Amor platônico...

Foi em uma manhã de inverno, enquanto meu irmão colocava o jogo novo que havia comprado em Santos, eu me cobria com a minha colcha do Bart Simpson e tomava meu toddy. Eu era uma criança de quarta série, e costumava seguir o mesmo gosto que o meu irmão, para mim ele era meu espelho e se ele dizia que aquele jogo era bom, eu concordava certamente.

-Olha tem Jimmy Eat World, você gosta, não gosta? - Perguntou ele.

Eu assenti com a cabeça e disse com aquela voz infantil que sim.

Foi então que a música começou, aquele solinho de guitarra fofinho, e aquela voz soou entrando pelos meus ouvidos e cantarolou as seguintes palavras que ficaram para sempre em minha mente:

"Well if you wanted honesty, that's all you had to say..."

Bem, eu não sabia o que significava e nem como se pronunciava, mas eu sabia o refrão, e cantarolava sempre que tocava enquanto meu irmão tirava os carros em Burnnout Takedown 3. E cantava com fervor junto com aquele branquelo, gordinho e com cara de morto que eu estava realmente apaixonada. Aos nove de anos de idade eu me considerava apenas um fã de My Chemical Romance e a minha total confiança Gerard, somente ele seria o verdadeiro amor da minha vida. Ainda cheguei a namorar um rapaz, afinal Gerard estava com a Eliza, quem se importa, mas terminei com ele e voltei a viver presa à ele.

Algumas pessoas falam que é idiota, rídiculo, loucura, e eu digo apenas que foi uma época realmente muito graciosa. Eu ainda o amo, assim como amo todos da banda e a banda em si, por me fazer uma jovem tão forte com as suas palavras.

É claro que o homem da minha vida não é mais ele, mas não me arrependo de nada que passei ao amá-lo.

Gerard Arthur Way não será mais o homem da minha vida, mas será um dos que me deu suporte para passar de cabeça erguida.

Você já teve um amor platônico? O que você acha?

Com amor,

Ray

Um, dois, testando...


Happy Mother's Day!



O que você deu para sua mãe? Eu realmente nada, estou sem dimdim em meu bolso, mas eu sei que ela merece um abraço, um beijo e um eu te amo, e quem sabe um café da manhã e a casa arrumada. Tem pessoas que não gostam e dizem: -Você fica alimentando esse capitalismo e blá blá blá.

Se eu pudesse realmente iria presentear minha mãe com EcoSport que ela tanto acha bonito, se eu pudesse realmente alimentaria esse capitalismo que é posto nessas datas, porque simplesmente minha mãe merece e creio que todas ao redor do mundo também merecem.

Boa madrugada à todos =D
Com amor,
Ray